Hipertensão – Predisposição ECA/Proteína G

Prazo: 30 dias Método: PCR/RFLP
Material: sangue em EDTA (5ml)

Estudos independentes mostraram que o genótipo 825TT do GNB3 contribui para um alto risco de hipertensão e obesidade em brancos e negros e ao genótipo thrifty. O alelo 825T associa-se a aumento da massa corporal e retenção de peso na população em geral e, principalmente, em mulheres primiparas. Vários estudos também indicam o papel farmacocinético do polimorfismo 825T, concernente a resposta farmacológica a sibutramina, um fármaco empregado no tratamento de redução de peso e sua manutenção. Diante da significante variabilidade individual quanto a terapia com sibutramina, pesquisas evidenciaram sua maior efetividade em indivíduos de genótipo CC do que em genótipo CT ou TT. A ECA (enzima conversora de angiotensina) também é responsável pela regulação da pressão arterial. Portadores do genótipo DD (homozigose para o alelo D) para a ECA apresentam concentrações séricas mais elevadas da enzima, enquanto portadores do genótipo II (homozigose para o alelo I) apresentam concentração mais baixa de ECA. Segundo dados da literatura, os portadores do genótipo DD possuem um risco de serem acometidos por infarto aumentado em 3,2 vezes em relação aos genótipos II e ID. Cabe ressaltar que a proteína G está acoplada a receptores da angiotensina II (AT-II), modulando sua afinidade e que, por sua vez, AT-II aumenta a expressão da proteína G. Logo, os genótipos 825TT do GNB3 e DD da ECA atuam independente e sinergicamente para o desenvolvimento de hipertensão. Portanto, o estudo genético dos polimorfismos da Proteína G e da ECA é indicado para indivíduos com historia familiar de hipertensão. Um resultado positivo para quaisquer dos dois polimorfismos indica predisposição genética a hipertensão e, portanto, sugere a prevenção quanto ao seu desenvolvimento.

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